quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

HISTÓRIA










HISTÓRIA DA UFC

A Universidade Federal do Ceará (UFC) foi criada em dezembro de 1954 e instalada a 25 de junho de 1955. Nos dias atuais se coloca entre as maiores e melhores instituições federais de ensino superior do País, reunindo o maior contingente de mestres e doutores do meio acadêmico cearense e assumindo a liderança em produtividade científica e na abrangência das atividades extensionistas.
Em Fortaleza, as atividades da UFC são concentradas em três campi (Benfica, Pici e Porangabuçu), além de possuir mais três campi no interior do Estado, localizados em Sobral, na região do Cariri (nas cidades de Barbalha, Juazeiro do Norte e Crato) e Quixadá.
A Universidade reúne no quadro efetivo de seu corpo docente, 1.391 professores, dos quais 865 são doutores e 388 são mestres. Eles se distribuem entre 54 departamentos. Até o presente, a UFC formou cerca de 65 mil profissionais de nível superior, enriquecendo com novos talentos o mercado de trabalho do Ceará e estados vizinhos. Hoje, são oferecidos 69 cursos de Graduação, em que estão matriculados 22.500 alunos. Em 2007, a Universidade começou a ofertar cursos de graduação na modalidade semi-presencial, com 818 vagas distribuídas entre os cursos de Administração, Química, Matemática e Letras (Língua Portuguesa e Língua Inglesa).
Na pós-graduação, a UFC oferece 86 cursos de especialização, 46 cursos de mestrado acadêmico, oito cursos de mestrado profissional e 25 cursos de doutorado. Os programas de pós-graduação envolvem 250 grupos ativos de pesquisa. Seu plano de ação para essa área inclui núcleos temáticos que reúnem os novos grupos àqueles já instalados na Universidade, a fim de atender as necessidades regionais. Dentre as áreas pesquisadas estão as de Biotecnologia, Fármacos e Medicamentos, Petróleo e Gás Natural, Energias Alternativas, Siderurgia, Ecologia e Meio Ambiente, Trópico Semi-Árido, Estudos da Pobreza, Economia Regional, Estudos Sociológicos e Políticas Públicas para o Nordeste, Memória da Ciência, Tecnologia da Informação e Floricultura.
A UFC desenvolve ações junto a comunidades urbanas e rurais sob a forma de programas, projetos, cursos, eventos e prestação de serviços. A extensão universitária, como processo educativo, cultural e científico, envolve os alunos, oferecendo-lhes a oportunidade de atuar em questões prioritárias da sociedade, o que contribui significativamente para a sua formação social e acadêmica e para o desenvolvimento de comunidades participantes. Um de seus mais importantes projetos é o das Casas de Cultura Estrangeira, considerado o maior projeto de extensão no ensino de línguas da Universidade brasileira. Cinco mil alunos estão matriculados e além do ensino de idiomas, têm a possibilidade de vivenciar um intenso programa de intercâmbio cultural com os países representados. São seis as Casas de Cultura: Alemã, Britânica, Francesa, Hispânica, Italiana e Portuguesa.
A Universidade reúne, ainda, uma série de equipamentos culturais e grupos artísticos: Casa Amarela Eusélio Oliveira, Casa de José de Alencar, Museu de Arte, Teatro Universitário e Curso de Arte Dramática, Coral da UFC, Grupo de Flautas, Grupo de Violões, Coral da Casa de Estudos Musicais, Orquestra Sinfônica Jovem e de Câmera UFC/SESI, Brincantes Cordão do Caroá e Grupo Verso de Boca.

CASA AMARELA EUSÉBIO OLIVEIRA

Inaugurada em 27 de junho de 1971, a Casa Amarela Eusébio Oliveira oferece cursos nas áreas de cinema, fotografia e animação, além de formar platéias para a área de audio-visual, difundindo a memória do povo cearense. Dispõe de vasto acervo de filmes, vídeos e fotografias. Promove o Cine Ceará, terceiro maior festival de cinema do Brasil, e disponibiliza uma videoteca com cerca de 2.520 vídeos para estudantes, professores da Universidade e população em geral. A Casa dispõe ainda de um laboratório de fotografia, um núcleo de animação, duas ilhas de edição, salas para os cursos de fotografia, cinema e vídeo e o Cine Benjamin Abraão, com capacidade para 146 pessoas. A Casa Amarela mantém parceria com a Associação Cearense de Cinema e Vídeo, com o Núcleo de Cinema de Animação do Ceará, vinculado à Secretaria de Cultura do Estado do Ceará (Secult), e com a Associação dos Amigos da Casa Amarela Eusélio Oliveira.

CASA JOSÉ DE ALENCAR

A Casa de José de Alencar, tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), preserva, promove e difunde a obra do grande romancista cearense. A Casa está programando a criação do Memorial do Escritor Cearense que reunirá acervos bibliográficos e objetos museológicos dos escritores da terra. A revitalização do Parque Alagadiço Novo será implementada através de projetos integrados ao PRODETUR II, em parceira com o IPHAN e o Governo do Estado. Além das ruínas arqueológicas e da edificação histórica, o conjunto arquitetônico, de construção recente, abriga a Pinacoteca Floriano Teixeira, a Biblioteca Braga Montenegro, o Museu Artur Ramos e a Coleção Luísa Ramos. O Centro de Treinamento Prof. Martins Filho atende à UFC e a outras instituições públicas e privadas que promovem cursos em áreas como Meio Ambiente, Direitos Humanos e Políticas Públicas.

SEARA DA CIÊNCIA


Aprender brincando e experimentando é a filosofia que norteia o trabalho da Seara da Ciência, espaço interativo destinado a abrigar e transmitir conhecimento científico, com exposições relacionadas às áreas de Física, Química e Biologia. A Seara desempenha importante missão também na formação de professores e na sensibilização de estudantes.





Inaugurado a 25 de junho de 1961, o Museu de Arte da UFC (MAUC) preserva e difunde a cultura artística, atuando como uma ponte entre a obra de arte e o público. O MAUC se mantém dentro da filosofia de seu fundador e idealizador, Antônio Martins Filho, primeiro Reitor da UFC, que criou o museu com a idéia de relacionar universalidade e regionalidade. Esse espírito é mantido ainda hoje, através do eclético acervo do MAUC, formado por obras populares e eruditas. Dentre as principais referências desse acervo, encontram-se obras de Raimundo Cela, Chico da Silva, Aldemir Martins, Jean Pierre Chabloz e a maior coleção de referência em matrizes de xilogravuras de cordel; além de obras do artista plástico e carnavalesco Descartes Gadelha e coleções estrangeiras da escola de Paris. O museu dispõe, ainda, de um auditório, salas de exposições e de reserva técnica.

TEATRO PASCHOAL CARLOS MAGNO

Abriga o Curso de Arte Dramática (CAD), criado em fevereiro de 1961, e que se destina a preservar a memória do teatro cearense e possibilitar à comunidade o estudo e a pesquisa na área teatral. Além do Teatro, inaugurado em junho de 1965, integra o complexo o Teatro ao Ar Livre Gracinha Soares, pequeno espaço para a realização de eventos cênicos e musicais.
Fonte: Site da UFC

GEOGRAFIA


CAATINGA


A relação do homem com a caatinga é muito antiga. Nos tempos pré-históricos, grupos nômades percorriam os sertões em busca de lugares mais favoráveis à sua permanência e a sua principal atividade que era a caça. Inscrições de 2000 a 3000 anos atrás, encontrados em rochas, revelam que o homem já cultivava, na caatinga, culturas de subsistência. Os índios que habitavam os sertões viviam da agricultura e da caça , mantinham uma relação harmônica e respeitosamente com a caatinga que, com a chegada dos colonizadores portugueses, foi bastante explorada. Com a expansão das culturas de cana-de-açúcar no litoral, o interior tornou-se resposável pela produção de gado que movia os engenhos de cana e abastecia de carne e leite as localidades litorâneas. Essa atividade levou ao surgimento de cidades, o que intensificou a agricultura no sertão e a destruição da caatinga pelo pisoteia do gado, pelas plantações de milho e feijão e pela a produção de lenha para alimentar as fornalhas das olarias e engenhos a vapor. Essas atividades ainda se mantém até os nossos dias, com praticamente as mesmas técnicas utilizadas no início da colonização, o que as forma ainda mais prejudiciais. Hoje o que existe é um quadro preocupante de destruição, onde grande áreas que outrora foram cobertas por vegetação de caatinga estão se transformando em desertos numa grande velocidade.
O termo caatinga tem origem indígena e foi adotado pelos primeiros cientistas que viajaram pelos sertões do Nordeste. Significa mata brana ou aberta, e se refere ao aspecto da vegetação no período seco, onde a maioria das árvores e arbustos perde as folhas. Em todo o Brasil a Caatinga chega a ocupar cerca de 1.000.000 km². abrangendo todos os estados da região e parte de Minas Gerais. As secas são comuns no Nordeste que possui um clima semi-árido, ou seja, um clima onda chove pouco(um a quatro meses por ano). Para resistir à falta d'água, as plantas da caatinga têm estratégias que as permitem sobreviver com sucesso num ambiente tão seco. Algumas sobrevivem apenas na forma de estruturas subterrâneas(batatas)que armazenam nutrientes, outras perdem as folhas e começam a "dormir" e algumas ervas sobrevivem deixando apenas sementes no solo. Com a chegada das chuvas, há uma explosão de vida, quando as folhas voltam a brotar, as sementes germinam e os tons acinzentados da caatinga dão lugar à diversidade multicolorida das flores. Os animais exibem-se para os seus parceiros, cantando, dançando ou apenas colorindo-se, sempre em busca do melhor par. É o momento da fertilidade. O que outrora pareceu triste e desolado, torna-se uma feliz mistura de sons, cores e movimentos. E assim é a caatinga um ciclo onde a vida sempre se renova, onde existe o eterno contraste entre o vivo e o morto, o fértil eo estéril, o belo e o feio.





*ANIMAIS DA CAATINGA



•Galo Campina (Paroaria dominicana)

Na época da reprodução o macho delimita seu

território com seu belo canto. Alimenta-se

de sementes, frutos e invertebrados.


•Camaleão (Iguana iguana)




- Réptil que tem como principal defesa

a capacidade de se camuflar (mudar de cor)

de acordo com o acordo com o ambiente em que

vive. Alimenta- se de folhas e insetos.



•Onça vermelha (Puma Concolor)




- O segundo maior carnívoro das Américas,

também conhecido como suçuarana, depende

de grandes ares desabitadas para sobreviver.

Em extinção.






• Preá (Cavia aperea)

-É um roedor de ampla distribuição

na América do Sul. Mede cerca de

25 cm de comprimento. Também

é conhecido pelo nome de bengo.

É aparentado com o porquinho-da-índia.

Fonte: Visita ao Seara (UFC)

CONCLUSÃO

CONCLUSÃO
Concluimos que com aulas de campo num centro de Ciência como o Seara, podemos ter um grande aprendizado e obter muitas informações a respeito do mundo e da tecnologia que nos rodeia.